Aparelhos auditivos devolvem a qualidade de vida àqueles que têm a audição diminuída

A perda auditiva pode estar presente nas crianças, comprometendo o seu desenvolvimento na comunicação e na aprendizagem. De uma forma geral, esse problema pode influenciar negativamente no comportamento, impactando nas relações sociais e consequentemente no emocional.

Segundo a OMS, problemas de audição provocados por causas diversas já afetam 360 milhões de indivíduos, dos quais 32 milhões são crianças. Entre os mais afetados estão osjovens e adultos.

Como prevenir a perda auditiva?

  1. Evite ouvir música em alto volume, principalmente com o uso de fones de ouvido;
  2. Ruído em casas noturnas e bares são prejudiciais;
  3. O uso de alguns medicamentos também pode causar o problema, (como alguns anti-inflamatórios e antibióticos), consulte sempre seu médico;
  4. Faça a higiene dos ouvidos com uma toalha após o banho, não utilize cotonete;
  5. É de extrema importância manter suas vacinas em dia, doenças infecciosas, como herpes, rubéola e meningite também podem causar perda auditiva.

A audiometria é o exame recomendado para se avaliar a queixa do paciente. Se ele responde a sons entre 20Hz a 20.000 Hz, com intensidade a partir de 25dB, a audição é normal. A perda auditiva é considerada quando o paciente só responde a uma intensidade acima de 25 dB.

“Na maioria dos casos as pessoas que apresentam perda auditiva não reconhecem que apresentam dificuldade para ouvir.”, aponta a fonoaudióloga da Clínica MedGen, Adriely Silva. “As próteses auditivas (aparelho auditivo) proporcionam uma audição melhor, ajudando as pessoas com perda de audição, devolvendo uma boa qualidade de vida”, completa.

Os principais sintomas da perda auditiva são:

  1. Zumbidos com frequência;
  2. Incômodo com qualquer tipo de barulho;
  3. Sensação que os ouvidos estão tampados;
  4. Ouvir e não entender o que as pessoas falam;
  5. Pedir com frequência para as pessoas repetirem o que falam;
  6. Pedir com frequência para que aumente um pouco o volume da televisão.

Para indicar o aparelho alguns aspectos são levados em consideração, como a perda auditiva, o estilo de vida do paciente. A adaptação pode levar um tempo e ser necessário que o paciente volte ao consultório para realizar devidos ajustes.

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