Transtorno de Ansiedade: Sintomas Somáticos

Confira os principais transtornos ansiosos!


– Transtorno de pânico: ele inicia com os ataques e costuma progredir para um quadro de agorafobia, no qual o paciente passa a evitar determinadas situações ou locais pelo medo de sofrer um ataque.

– Transtorno obsessivo-compulsivo: a pessoa tem atos relacionados com limpeza, verificação e contagem de modo repetitivo, intrusivo e recorrente.

– Ansiedade generalizada:  as manifestações de ansiedade oscilam ao longo do tempo, mas não ocorrem na forma de ataques, nem se relacionam com situações determinadas. O sintoma principal é a expectativa apreensiva ou preocupação exagerada, mórbida.

Fonte: abp.org.br

 

Psiquiatra explica que os sinais podem ser confundidos com outras doenças. Diagnóstico e tratamento devem ser iniciados rapidamente.

Em recente pesquisa divulgada pela OMS, o Brasil apresentou a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo, 18,6 milhões de pessoas. Esse estado emocional pode se tornar crônico e desencadear uma série de complicações sociais e físicas.

As reações geradas no indivíduo ansioso, ou seja, que apresenta comportamento de medo ou preocupação de algo futuro, são diversas. Os sintomas podem aparecer em qualquer momento da vida, inclusive na infância. Evidências indicam que acontecimentos traumáticos na vida e o stress desencadeiam esse distúrbio.

A psiquiatra da Clínica MedGen, Mariana Zanatta, revela que pacientes ansiosos costumam ir várias vezes ao pronto atendimento com sintomas somáticos tais como tontura, sensação de cabeça vazia, desmaios, enjoos, diarreia, dor no peito, sufocamento, tremores, sudorese, fadiga, entre outros. “Alguns podem sinalizar sintomas cardiovasculares ou de doenças graves, confundindo o clínico com numerosos sintomas vagos, retardando diagnóstico e tratamento completo.”

Estudos mostram que a ocorrência ao longo da vida é estimada entre 5 a 6,5%. Segundo a especialista, a ansiedade é um transtorno mais prevalente nas mulheres, na proporção de 2/1, principalmente acima de 45 anos.

 

Transtornos crônicos de ansiedade podem aumentar a taxa de mortalidade relacionada a problemas cardiovasculares, devido ao aumento na produção de cortisol e adrenalina, durante o pico da doença. Diante desses agravos, é importante estabelecer o diagnóstico e iniciar o tratamento. “Entre os mais efetivos são realizados uma abordagem farmacológica, cognitivo comportamental e psicodinâmica”, explica a psiquiatra.

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