Conheça os filmes que serão exibidos na 1ª Mostra de Cinema Casa Aberta

Com patrocínio do Instituto Algar através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, a 1ª Mostra de Cinema Casa Aberta surge como parte do Programa Casa Aberta, do grupo de Teatro Trupe de Truões, que vem realizando ao longo dos anos diversas atividades artísticas com o intuito de fortalecer a sede do grupo, o Ponto dos Truões, como equipamento cultural de Uberlândia (MG). Além da exibição dos filmes de produtores e diretores de cinema da cidade, o evento contará com: exposições fotográficas e Food Trucks.

Confira a programação completa:

Onde: Ponto dos Truões – Av. Ana Godoy de Souza, 381 – Santa Mônica – Uberlândia

26-07-17 (QUARTA-FEIRA) – 20h

SOBRE O QUE ACONTECE QUANDO NOS ENCONTRAMOS – Memórias da Trupe de Truões

Documentário (2016) / Duração: 23’00”

Sinopse: “Sobre o que acontece quando nos encontramos: memórias da Trupe de Truões” apresenta algumas experiências de intercâmbio e trocas artísticas relacionadas às práticas de teatro de grupo que vem sendo desenvolvidas ao longo da trajetória da Trupe de Truões e seus 15 anos de existência. O documentário retrata as principais experiências artísticas do grupo relacionadas a criação do Programa Casa Aberta em 2013 e os encontros proporcionados por meio da execução de projetos ligados a este programa entre os anos de 2013 e 2016.

Direção, produção, argumento e roteiro: Paulo Morais

Assistente de produção: Andressa Gonçalves

Produção executiva: Amanda Barbosa

Captação: Thaneressa Lima, Paulo Morais e Trupe de Truões

Edição: Paulo Morais

Finalização e Autoração: Digiteca Filmes e Multimídia

Curadoria de trilha sonora: Ronan Vaz

Realização: Trupe de Truões

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A FORÇA DO COLETIVO – ARTICULAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS PRÓ-CATADOR SENAES

Documentário (2016) / Duração: 25’00”

Sinopse: “A FORÇA DO COLETIVO – ARTICULAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS PRÓ-CATADOR SENAES” reúne algumas das boas experiências brasileiras de projetos para fomentar a organização de cooperativas e associações formadas por catadores, ações essas desenvolvidas por entidades da sociedade civil e universidades em parceria com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho, e apoiadas pelo projeto Articula(Ação). Em seu processo de criação, foram mais de cinquenta entrevistas captadas em lixões, aterros, associações, cooperativas e instituições de cinco estados brasileiros.

Direção, captação e montagem: Thaneressa Silva e Lima

Direção de fotografia: Bertha Ruskaia e Thaneressa Silva e Lima

Direção de conteúdo: Equipe Unitrabalho

Produção Executiva: Bertha Ruskaia

Entrevistador / Pesquisador: Rodrigo Gonzaga

Captação de áudio: Bertha Ruskaia

Fotografia Still / Making of: Thaneressa Silva e Lima

Computação Gráfica, Finalização/Color: Carina Aguiar

Criação de Arte: Luana Oliveira

Trilha Sonora: Mariana Parreira

Mixagem/Masterização: Ademilson Ferreira Pinto

Consultoria: Isley Borges

Transcrição entrevistas: Neuda Lucia da Silva e Thavanna Silva e Lima

Autoração: Bruno de Oliveira

26-07-17 (QUINTA-FEIRA) – 20h

DE GRANDE OTELO PRA SEBASTIÃO

Documentário (2016) / Duração: 37’43”

Sinopse: O sujeito Sebastião como personagem principal da “obra” Grande Otelo. É neste viés que a documentarista Nara Sbreebow e o pesquisador Tadeu Pereira dos Santos traz para a linguagem audiovisual um pouco da história de Sebastião Bernardes de Souza Prata, o Grande Otelo. Com recortes e irregularidades, o documentário cria um diálogo com o Sebastião de São Pedro de Uberabinha e as pessoas que viveram e vivem na cidade onde nasceu o pequeno Otelo. Uma dança que vai e vem em rastros de memória que vão surgindo ao logo do filme, seja através de lembranças que vão sendo construídas, reinventadas por parentes, ou pela saudade daqueles que nunca o conheceram presencialmente, mas que se sentem representados por sua personalidade e arte enquanto negro. ‘De Grande Otelo pra Sebastião’ não é um documentário de homenagem a Grande Otelo, é um convite a reflexão da obra enquanto cidadão comum, cheio de traumas e conquistas como tantos outros jovens, velhos, adolescentes negros, pobres, de hoje. O que Sebastião nos quis dizer, ou ainda diz? Porque ele é tão contemporâneo?

Direção: Nara Sbreebow

Roteiro: Nara Sbreebow e Tadeu Pereira dos Santos

Montagem: Carina Aguiar

Produção: Janice Marques, Carol Bufeli e Laura Moreira

Direção de arte: Carina Aguiar e Carlos Gabriel Ferreira

Imagens: Lucas Cardoso

Produção: RTU/Dirco Universidade Federal de Uberlândia – UFU

Coprodução: Ekobé Filmes

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NA VIA DE BUDA

Documentário (2017) / Duração: 55’00”

Sinopse: Durante o Nehan Sesshin abade, monges e praticantes leigos vivenciam e narram a experiência do Zen Budismo e como ela vem sendo construída desde a chegada ao Brasil. É um documentário que convida as pessoas a conhecerem um pouco do budismo, mais especificamente do Rio Grande do Sul, e como essa prática vai tomando forma e fortalecendo-se nas três joias:  Buda, Dharma e Sangha.

Direção, roteiro e fotografia: Nara Sbreebow e Thaneressa Shogen

Montagem: Thaneressa Shogen

Color Correction e abertura: Carina Aguiar

Tratamento de Áudio: Mariana Parreira

Áudio direto Viamão (POA): Clara Garcia

Áudio direto Uberlândia (MG): Mariana Parreira

Entrevistas Uberlândia:  Lucas Cardoso

Música adaptada: Juliana Penna Juntchi

Produção / Apoio: Ana Hosken, Cláudia Gonzales, Graziela Pascoli, Alice Gussoni, Monge Dengaku, Monge Koho, Monja Myoden e Monja Shoden.

 

28-07-17 (SEXTA) – 20h

DÁ PÁ VIRADA

Web série jornalística e documental (2017) / Duração: 70’00”

Sinopse: DA PÁ VIRADA, aprovado no PMIC Uberlândia/2015, é um projeto de mídia livre dedicado a produção de conteúdos audiovisuais sobre a cidade de Uberlândia numa perspectiva que rompe com a limitada estrutura da mídia tradicional que marginaliza situações, pessoas e conteúdos. Com 06 episódios com estética própria e tendo por parâmetro e inspiração iniciativas do cinema direto, experimental e de baixo custo, DA PÁ VIRADA visa contribuir com as reflexões sobre temas e questões do mundo contemporâneo em 6 Episódios:

1-ALÁFIA: fé e (in)tolerância

Direção: Isley Borges

Sinopse: Aláfia é tudo de mais maravilhoso. É melhor que Odara. É a posição do jogo de búzios na qual dezesseis deles caem abertos, sinalizando beleza, prosperidade, maravilhosidade. Aláfia é antídoto para as intolerâncias. Penetrando no âmago de terreiros de umbanda e candomblé uberlandenses, o curta-metragem objetiva debater a questão da intolerância religiosa com a religiosidade afro-brasileira. Três ialorixás são as personagens centrais de um enredo que coloca a descoberto o racismo à brasileira, mas também a beleza do culto aos orixás e às entidades negras e indígenas. Aláfia documenta África e Brasil, fé e crença, sensibilidade e mediunidade, éticas e estéticas religiosas.

2–Entre Ventos: um olhar sobre o ciclismo em Uberlândia

Direção: Bruna Freitas

Sinopse: “O meu movimento é limpo, pedalo entre becos e lugares onde motores não sentem a liberdade do sabor do vento. É uma escolha minha criar a minha própria forma de locomoção.” “Entre Ventos” surgiu a partir da perspectiva de uma ciclista de Uberlândia, que busca relacionar ciclistas da mesma cidade em contato com o movimento e o trânsito urbano.

3- Colostro

Direção: Carlos Gabriel

Sinopse: O aleitamento materno é um ato de conexão. Peito é aconchego, amor e carinho, em que se desenvolvem vínculos de afeto e emoção entre mãe e criança. Nesta bolha de estereótipos sociais, contudo, a amamentação não é vista como uma fase dolorida, cheia de incertezas e frustrações. Neste momento de luta e resistência, muitos podem sugerir à mãe o uso de mamadeiras, chupetas, fórmulas ou até mesmo a retirada do peito, mesmo quando a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de dois anos de aleitamento materno, sendo os seis primeiros meses exclusivos. É por meio desta dicotomia – entre o duro e belo ato da amamentação; entre algo que nos é tão próximo, comum, mas fortemente preenchido de estigmas – que o minidocumentário “Colostro” é construído ao narrar as histórias de duas mães com diferentes experiências ao lado de seus filhos.

4-Coração de mãe

Direção: Gabriela Luz

Sinopse: Três mães falam da experiência de terem os filhos no sistema prisional. Elas não tiveram penas formais, mas, ao seu modo, carregaram o peso do cárcere.

5-Às margens de si

Direção: Alanna Fernandes

Sinopse: Seu Manézim mora às margens da BR-050 há mais de 10 anos e sobrevive em condições precárias, sem saneamento básico, sem renda e sem energia elétrica. Em “Às margens de si” ele nos conta sobre as coisas que gosta, sua história e seu dia-a-dia.

6-Depois de jogar fora

Direção: Rodrigo Gonzaga

Sinopse: Em um cenário de aparente caos e desorganização, um grande e simples galpão de uma Associação de Catadores/as de materiais recicláveis em Uberlândia/MG, Roosevelt dos Santos trabalha junto com outros/as associados/as na triagem, classificação, processamento e comercialização de resíduos recicláveis e reutilizáveis. Roosevelt avalia as ações e os impactos da gestão dos resíduos sólidos e faz com que o espectador repense a forma como trata seu “lixo”.

Produção executiva e jornalista responsável: Raissa Dantas

Direção de fotografia: Yuji Kodato

Direção de som direto: Roberto Camargos

Captação de imagens: Bruna Freitas, Olivia Franco, Roberto Camargos, Yuji Kodato e Thaneressa Lima.

Captação de áudio: Alex De Oliveira e Roberto Camargos

Tratamento de áudio: Lucas Vidal

Cor: Yuji Kodato

Arte gráfica: Carlos Gabriel

29-07-17 (SÁBADO) – 19h

CONNEXION MUNICH

Documentário Hibrido (2012) / Duração: 11’00”

*Esse filme foi exibido dentro da programação do Curta Doc. – Sesc TV

Sinopse: Eu estava em conexão e voltava pra casa. Enquanto os outros esperavam o tempo passar, eu propiciava a passagem do tempo. Eu fazia um filme. Um filme sobre a distância. Um filme sobre a espera, sobre a incerteza. Um filme sobre o tempo.

Direção e Fotografia: Carlos Segundo

Música: Ran Kirlian

Produção: Cass Filmes

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BORRA

Curta de Ficção (2015) / Duração: 20’00”

Sinopse: “Quem quer voar tem que tirar os pés do chão e, se preciso for, sujar as próprias mãos”.

Direção: Carlos Segundo

Elenco: Getúlio Gois; Letícia Teixeira; Ronan Vaz; Paulo Naves; Vilma Campos e Mateus Naves.

Produção executiva: Carlos Segundo e Daniela Aun

Dir. fotografia: Kátia Coelho e Naji Sidki

Dir. arte: Carol Ozzi

As. de direção: Cauê Pereira

Produção: Umberto Tavares; Nathalia Attux; Guimarães Lobo; Mariana Paula e Afonso Henrique.

Roteiro e Montagem: Carlos Segundo

Ass. Fotografia: Kleber Júnior e Gustavo Henrique

Colorista: Chiquinho

Áudio direto: Tulio Almeida

Design e mixagem de som: Rodrigo Ferrante

Trilha: Tatá Aeroplano// Peri Pane

Gaffer: Silvio Gonçalves

Maquinário: Thiago Crosara

Maquiagem: Fernanda Felice

Consultoria de roteiro: Di Moretti e Muryel de Zoppa

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BALANÇA BRASIL

Documentário Hibrido (2017) / Duração: 25min

Sinopse: O porto, um descobrimento, dois corpos em movimento.

Direção: Carlos Segundo

Produção: O sopro do tempo

Fotografia: Roberto Chacur

Áudio direto: Cristiano Barbosa

Roteiro: Carlos Segundo e Cristiano Barbosa

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AINDA SANGRO POR DENTRO

Curta de Ficção (2016) / Duração: 24’00”

* Indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

Sinopse: “Tem dor que dói no corpo que não tem olho que enxerga”.

Direção e roteiro: Carlos Segundo

Elenco: Roberta Rangel; Juliana Nazar e Vinícius Ferreira

Produção: O sopro do tempo /// Aun filmes

Produção: Bertha Ruskaia

Produção Executiva: Carlos Segundo e Daniela Aun

Fotografia: Roberto Chacur

Direção de Arte: Nara Sbreebow

Ass. de direção: Cauê Pereira

Som direto: Nemer Castro

Maquiagem: Talita Guedes

Editor: Carlos Segundo

Pós-produção: DOT Cine – Ely Silva

Design de som: Rodrigo Ferrante

30-07-17 (DOMINGO) – 16h

REMELA, UM SUPER HERÓI DE MEIA TIGELA

Comédia infantil (2016) / Duração: 35’00”

Sinopse: Numa pequena cidade chamada ‘Esquina do Fim do Mundo’ mora o tímido carteiro e fã de histórias em quadrinhos, Juraci. Acordado, ele sonha em conquistar seu grande amor, a irreverente Lili. Quando dorme, um segredo é revelado: Juraci é sonâmbulo e por esse motivo assume a identidade de um super-herói. Com superpoderes e seu pijama, ele terá que enfrentar um vilão que planeja se vingar da cidade. Entra em ação: Remela, um super-herói de meia tigela.

Direção: Deivid Osborges e Pácis Junior

Roteiro: Deivid Osborges

Direção de produção: Bertha Ruskaia

Elenco: Deivid Osborges, Guilherme Almeida, Lilian Morais, Emilliano Freitas, Dedé Aires, Maria Inês Mendonça, Francisco Valente, Dagmar Talga, Katia Lou, Thiago Scalia, Rogerio Morgado, David Abdalla Filho, Nina Costa Rosa, Jader Silveira, Roberto Garcia Marques, Maurício Rabelo, Daniel F. Filho, Reylla Garcia, Mizael Santos, Lucas Rangel, Myrian Prado, Clayton Mota, Arthur Pereira Goulart, Aryadne Amâncio, Camila Delfino, Duda Costa, Luísa S. Arantes, Vanessa F. P. Garcia, Luísa Queiroz, Yam Tomé Martins, Artur de Oliveira Marques, Heitor de Oliveira Marques, Ianque Martins e Marcelo Brioto.

Produção: Thavanna Lima

Assistente de Produção: Mariana Parreira

Direção de Fotografia: Rafael Pavão e José Borges (Tikyn)

Direção de Montagem: Deivid Osborges

Montagem: Pácis Junior

Câmera: Rafael Pavão e José Borges (Tikyn)

Trilha Sonora Original: Gustavo Solis

Efeitos Digitais: Guilherme Lopes

Efeitos Visuais: Fauster Martins

Direção de Arte: Luana Oliveira

 

30-07-17 (DOMINGO) – 19h

 

ÁGUA SUJA

Longa-metragem documental (2016) / Duração: 69’00”

Sinopse: Água Suja é um documentário sobre as peregrinações para as festividades de Nossa Senhora de Abadia. Anualmente, fieis de vários municípios de Minas Gerais vão à pequena cidade de Romaria para agradecer as graças recebidas e pedir por bênçãos em suas vidas. Nesse percurso, o filme constrói uma mescla entre sagrado e profano, solidariedade e indiferença, tradição e renovação e a força e o sofrimento dos romeiros.

Direção: Yuji Kodato

Câmeras: Ângelo Barcelos, Roberto Camargos, Yuji Kodato

Som Direto: Marcos Campos

Desenho de Som: Lucas Vidal, Yuji Kodato

Edição: Yuji Kodato

Assistente de produção: Maria Cecília Vidal, Rafael Teodoro, Vilmar Martins

Formato: Digital, cor. País de produção: Brasil

 

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